Sobre o encontro do dia 27.02.2008

Clóvis Lima

 

1 – Cá estamos novamente. Rostos amadurecidos, olhares atentos e as velhas angústias.

Não conseguimos pelo protocolo ou pela discussão esmiuçarmos o que realmente ocorreu no ensaio passado.

Até muitas cabeças elétricas, não conseguem, ás vezes, ascender uma lâmpada!

Receio: Dani não está entre nós;

Notícia má: Dri não poderá mais estar conosco. Fato que foi recebido sem entusiasmo.

Será Que nos acostumamos a conhecer pessoas que não mais estarão entre nós?

Dessa forma a notícia veio de uma forma menos pior do que antigamente: sem dúvidas,

clara e de alguém que não vai atravessar para o outro lado da rua quando caminharmos em sentido oposto.

Vamos, ao menos, poder cumprimentá-la: “Bom dia Dri!”.

 

2 – Outra dúvida no ar: Jú, também, não está entre nós.

Sem delongas, a acidez no estomago nunca está em quem falta, mas no estomago de quem veio.

Um sal-de-fruta a todos; ou  deixamos de atacar os nulos para defender os presentes: quem vemos na roda?

BOLA-PRA-FRENTE!

 

3 – As práticas dos workshops  se aproxima com ansiedade.

As regras de seleção são postas à roda. Regras rigorosas, necessárias ou não, vão selecionar aqueles que prefiro chamar de parceiros.

O Coletivo não muda.

O teor da discussão põe dúvidas quanto às características de pontualidade e dedicação das pessoas selecionadas, pois

não podemos saber quem vai furar com o coletivo e como esses serão punidos.

Furos existirão, mas também pessoas ficarão para integrar o grupo.

-         Talvez coloquemos uma pergunta para ser respondida na carta de interesse: “Você é forte?”

 

4 – Leitura do roteiro de São Paulo S/A. Um fonte rica de materiais que podemos usar.

  - Gosto do Cão latir para Luciana;

-         Gosto das rubricas descritivas;

-         Gosto do Arturo na voz do Fê.

-         Gosto do que É Carlos.

 

5 – O pedido de casamento da cena do Fê agora abrange a todos: “Ficamos casados por mais um ano?”

Emendamos boas propostas de mestrados, uma continuidade?

A Casa das Caldeiras aponta-se como nosso futuro lar. Por mais um ano. Casa, já temos, um compromisso matrimonial (a ser prorrogado) também.

O que mais falta?

6 – Fechamos com incertezas, mas com certo gás  de ânimo e com um desejo:

“Sal-de-fruta  à todos”.

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