Clóvis Lima

05/07/2007


É Pinball...

Quando se entra no jogo,

como quando alguém te empurra na piscina funda,

onde você aprende a nadar...


Primeiro jogo: Pinball/ Téreo , nosso mundo mais próximo da terra, da água submersa,

imóvel esperando algum estímulo pra ferver.

Não ebuli mas esquenta com nossa agitação em roda com ritmo, agitar, movimentos solo e coletivos/

Segundo, vamos espreguiçar o espaço usando nossos corpos com quatro apoios/

Imagens: captmos o que elas verdadeiramente são ou apenas uma fração do que elas realmente significam?

05/07/2007, Quando os corpos crescem frente a um espaço que tenta lhes engolir/

Isaura é quem pensamos ser: Aquela que acolhe e é acolhida.


Tudo vale a pena pois a Hidráulica não é pequena!


Isaura contra um tubo, um cano uma parede/

Vendo de fora sabe-se lá o que se vê, vendo de dentro: tudo aquilo que temos:

seres dispostos a jogar, a arremessar, sejam Isauras, sejam cuspes coletivos, seja a poeira.

Todos os obstáculos valem pontos.

Drops, Jackpots, Rampas de tiro, Rebotes.

Onde ganhamos...

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Clóvis Lima

21/06/2007

Primeira parte: Assimilação do espaço com alongamentos/.

O grupo se fizesse sentir dentro do espaço inserindo-se nele/ como parte dele.

Ritmo, passo-a-passo, no compasso do grupo.

Atenção! Olho no grupo e todo no espaço.

Entrando no coro, o Corifeu, e aí meu?!

Algo está nos observando, que legal!

Claquete cena 1: o Carrinho nos recepciona e nos guia para um trailler.

O foguete que voa, num ritmo barulhento, até o fundo dum aquário

Dali para cima dum mundo de vários mundos

Onde cada ser convive de maneira estranha com seus brinquedos gigantes Chegando até a voar com eles.

Aquiles que lhes observam começam a incomodar a ponto deles pedirem, de maneira acintosa, que esses se retirem:


Retornam ao foguete que observam pelo lado de fora, pois há seres que o envolvem, agora sem emitirem som.

Porém lançam um estranho poder que nos faz refletir a partir deles que fazem surgir outros seres que como eles estão envolvidos de puro Mistério.

Onde eles estavam?

De onde é que eles vem?

Retornam a base.

Próxima missão: achar pontos a serem explorados e analisados.

Três são encontrados: o programa da loucura com direito a uma histérica motivada por uma alavanca querendo e não querendo algo, sei lá...

Vale a pena dizer que era angurstiante observar aquele caos/

 por mesmo assim este ser interessante.

Da histérica brotam dois seres que reagem aos seus desejos.

Ela os espele para longe. Ganham vida e se mandam para um outro aquário onde se desfazem acendendo uma luz em outro ponto,

mais abaixo, terceiro espaço, onde surge uma prateleira que caminha com corpos que repousam.

Também ganham vida. Simpatizam entre si dando as mãos para depois voltarem a sumir reaparecendo

estáticas dentro do aquário junto de novos seres.

Desaparecem e surgem momentaneamente de formas diferentes.

Deu o tempo.

Saem pela direita apressados.


Continua no próximo episódio...

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